Simulação em Saúde

09/03/2017
Simulação médica é utilizada na fórmula 1 para salvar vidas

mate769ria_fo769rmula1_600   Imagem retirada do site Laerdal Helping Save Lives

As corridas de Fórmula 1 são um dos esportes mais emocionantes e mais vistos no mundo, com uma audiência global de TV estimada em mais de 600 milhões de pessoas. Com o passar dos anos, este esporte foi se desenvolvendo com carros mais velozes, aumentando o risco dos pilotos, pelo que a segurança se converteu em um dos aspectos mais importantes deste esporte.

"Vencer não é o suficiente"

Nos primeiros tempos das corridas de Fórmula 1 os acidentes eram inevitáveis e uma parte aceitada da experiência dos Grandes Prêmios. Sir Jackie Stewart, OBE, indicava em seu livro "Vencer não é o suficiente" que: "ser um piloto de corridas entre 1963 e 1973 implicava aceitar a possibilidade de morrer, não a probabilidade, mas sim a possibilidade, pois as estatísticas mostravam que, durante este período, se um piloto de Fórmula 1 ia pilotar durante cinco ou mais anos, teria mais probabilidades de perder sua vida que sobreviver e se retirar".

Após a saída do professor Watkins, o Dr. Gary Hartstein assumiu as funções de delegado médico e atualmente desempenha a função de coordenador de resgate médico da FIA.

Os recentes avanços em engenharia de segurança reduziram intensamente a gravidade esperada dos ferimentos que são produzidos nos acidentes, o que significa que as conseqüências para as vítimas de acidentes dependem agora, grandemente, da qualidade do atendimento que recebem.

Uma vez que as intervenções médicas nos acidentes de esportes motorizados são escassas e implicam em complexas interações interdisciplinares, o Dr. Hartstein e sua equipe se deram conta que o treinamento com simulação é o modo ideal de avaliar e melhorar o processo de atendimento. O simulador de suporte avançado à vida da Laerdal foi introduzido como um manequim de treinamento interativo para a simulação de uma ampla gama de habilidades avançadas para salvar vidas em emergências médicas.

O simulador responde à intervenção clínica, ao controle do instrutor e aos cenários programados previamente para uma prática eficaz de diagnóstico e tratamento de um paciente. O simulador de suporte avançado à vida, que dispõe de respiração espontânea, controle de vias respiratórias, voz, sons, ECG e muitas outras funções clínicas distintas, é um simulador totalmente funcional para formação em atendimento de emergência. O Dr. Hartstein afirma que: "o simulador de suporte avançado à vida da Laerdal oferece uma ferramenta que reproduz ferimentos típicos junto com a resposta às intervenções para tratamento. Além disto, a possibilidade de programar o simulador nos oferece a flexibilidade para mudar o curso "clínico" da simulação, reproduzindo fielmente a natureza dinâmica destes pacientes".

Fonte: Site Laerdal Helping Save Lives - http://www.laerdal.com/br/

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